A memória das coisas

Revirando os livros, procurando algo interessante para um ‘trabalho’ que vão fazer aqui em casa, encontrei um papel dobrado dentro de um deles que dizia mais ou menos assim:

Irmão, estou com muita saudade dos nossos voos pela cidade. Como que você está, rapaz? O que anda fazendo da vida? Quem me ligou ontem (por engano) foi a Jô. Sempre que falo com essa turma, bate uma nostalgia bacana.
(…)
Incentivado por tudo isso, resolvi apelar e deixar minha ‘Bíblia torta’ aí na tua portaria. Lembrei daquela matéria que nós fomos fazer lá em Nova Iguaçu, em que o cara pedia o autógrafo para o pastor da Igreja Universal na Bíblia. Está lembrado. Puro nonsense.

Lembro que dias depois do despacho da encomenda, recebi uma ligação dizendo que o pacote já havia retornado. O resultado está abaixo.

Sem palavras, sem palavras.

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